Arritmia CardÃaca
Estava olhando no site da Globo.com a notÃcia que o jogador Paulo Ramos, ex-jogador do Grêmio morreu de arritmia cardÃaca, sério problema cardÃaco que pode surgir por diversos fatores inclusive o genético. Não é muito comum, mas de vez em quando temos a triste notÃcia de que alguns jogadores, por sinal bem novos, têm que abandonar sua carreira devido a esse mal, ou quando não é isso, temos a notÃcia de que vieram a óbito como no caso do Paulo. Pesquisei sobre este problema cardÃaco e resolvi colocar aqui para alertar sobre a gravidade do problema.

Arritmia cardÃaca é um problema na velocidade ou ritmo do batimento cardÃaco.
Durante uma arritmia o coração pode bater muito rápido, muito devagar, ou com ritmo irregular. Batimento cardÃaco muito rápido é chamado de taquicardia, enquanto muito devagar chama-se bradicardia. A maioria das arritmias não causa danos, porém algumas podem ser sérias ou até ameaçar a vida. Com arritmia cardÃaca o coração pode não ser capaz de bombear sangue suficiente para o corpo, o que pode danificar o cérebro, coração e outros órgãos.
Arritmia pode ocorrer quando os sinais elétricos que controlam os batimentos cardÃacos ficam atrasados ou bloqueados. Isso pode acontecer quando as células nervosas especiais que produzem o sinal elétrico não funcionam apropriadamente, ou quando os sinais elétricos não viajam normalmente pelo coração. Uma arritmia também pode ocorrer quando outra parte do coração começa a produzir sinais elétricos, adicionando aos sinais das células nervosas especiais, e alterando o batimento cardÃaco normal.
Estresse, fumo, grande ingestão de álcool, exercÃcio fÃsico muito forte, uso de certas drogas (como cocaÃna e anfetaminas), uso de alguns medicamentos, e muita cafeÃna podem ocasionar arritmia em algumas pessoas. Um ataque cardÃaco, ou outras condições que danificam o sistema elétrico do coração, também podem causar arritmia. Essas condições incluem pressão alta, doença da artéria coronária, insuficiência cardÃaca, hipotireoidismo, hipertiroidismo, e doença reumática do coração. Para algumas arritmias, como a sÃndrome Wolff-Parkinson-White, o defeito cardÃaco que causa a arritmia está presente no nascimento (congênito). Algumas vezes a causa de uma arritmia não pode ser encontrada.
Muitas arritmias não ocasionam nenhum sinal ou sintoma. Quando os sinais e sintomas estão presentes, os mais comuns são: Palpitações cardÃacas (sensação de que o coração pulou uma batida ou está batendo muito forte); batimento cardÃaco lento; batimento cardÃaco irregular; sensação de pausa entre os batimentos cardÃacos.
Sintomas e sinais mais sérios incluem: Ansiedade, fraqueza, tonteira e dor de cabeça leve, transpiração, falta de fôlego e dor no peito.
A descrição dos sintomas permite quase sempre fazer um diagnóstico preliminar e determinar a gravidade da arritmia. As considerações mais importantes consistem em saber se os batimentos são rápidos ou lentos, regulares ou irregulares, curtos ou prolongados, se aparecem vertigens, enjoos ou enfraquecimento e inclusive perda de consciência e se as palpitações se associam a dor torácica, sufocação e outras sensações incómodas. O médico também necessita de saber se as palpitações se manifestam quando o doente está em repouso ou durante uma actividade pouco habitual ou enérgica e, além disso, se começam e acabam de maneira repentina ou gradual. Geralmente, são necessários alguns exames complementares para determinar com exatidão a natureza da doença. O eletrocardiograma é o principal exame diagnóstico para detectar arritmias e proporciona uma representação gráfica das mesmas.
No entanto, o eletrocardiograma (ECG) só mostra a frequência cardÃaca durante um breve perÃodo e as arritmias são, em geral, intermitentes. Por isso, um monitor portátil (Holter) que o doente transporte colocado durante 24 horas pode oferecer mais informação. Este pode registrrr arritmias que aparecem de forma esporádica enquanto o doente continua as suas atividades diárias habituais e aponta num diário os sintomas detectados nas 24 horas. No caso de arritmias potencialmente mortais, é necessária a hospitalização para levar a cabo esta monitorização.
Quando se suspeita da existência de uma arritmia persistente e potencialmente mortal, os estudos electrofisiológicos invasivos podem ser de grande ajuda. Para isso, introduz-se por via endovenosa até ao coração um cateter que contém alguns fios metálicos. Utilizando de forma combinada o estÃmulo eléctrico e uma monitorização sofisticada, pode determinar-se o tipo de arritmia e a resposta mais provável ao tratamento. As arritmias mais graves podem detectar-se através desta técnica.Os tratamentos mais comuns para arritmias incluem remédios, procedimentos médicos e cirurgia. O tratamento é necessário quando a arritimia causa sintomas sérios como tonteira, dor no peito e desmaio, ou quando ela aumenta a probabilidade de desenvolver complicações como insuficiência cardÃaca ou ataque cardÃaco súbito.
3 Comentários Deixe um comentário
1
Andréa
8 de setembro de 2009 Ã s 12:36
beijo
2
Adriana Rezende
9 de setembro de 2009 Ã s 05:35
3
Marcelo Napoli
25 de setembro de 2009 Ã s 09:57
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