Pessoal li essa reportagem na Revista Galileu e achei interessante e até engraçado. É fantástico como a cultura e os costumes variam tanto de paÃs para paÃs…
O Japão é conhecido pelas suas jornadas excessivas, pressão e estresse no meio de trabalho. No paÃs famoso pela rigidez de suas leis trabalhistas - folgas somente uma vez por semana, dias de férias que variam com o tempo de serviço, etc -, existe até um termo para se referir aos casos de mortes por excesso de trabalho, os “karoshi”. Mas os nipônicos dão as primeiras demonstrações de que estão de saco cheio. Por conta disso, começam a aparecer algumas mordomias de fazer inveja até mesmo aos funcionários públicos do mundo ocidental:
Licença dor-de-cotovelo: Os funcionários da Hime&Co., de Tóquio, podem ficar em casa curtindo a dor-de-cotovelo em caso de divórcio, não importando de qual dos lados partiu a decisão. O benefÃcio é de um dia para os funcionários de 20 anos, de dois dias para os que já chegaram aos 25 e três dias a partir dos 30 ( os mais jovens se recuperam mais rápido, segundo a empresa).
Pausa para cochilo: No Japão, dormir no trabalho não é só permitido: é um sinal de que a pessoa tem se esforçado. Mas a prática, batizada de “inemuri” (”estar presente enquanto dorme”), segue algumas regras. Não é permitido deitar na mesa, e o benefÃcio só é permitido a funcionários dos cargos mais altos e mais baixos. Os intermediários têm de se manter acordados.
AuxÃlio - Bebedeira: A empresa Japan General Estate Co. irá oferecer um bebefÃcio mensal extra de cerca de 5mil reais para os funcionários que supervisionam 20 ou mais pessoas. Com esse dinheiro, eles podem levar seus subordinados pra beber depois do trabalho. As happy-hours são encorajadas no paÃs, como uma maneira de aliviar a tensão das longas jornadas.
Vigilantes do peso: Pode soar ditatorial à primeira vista, mas a iniciativa do governo japonês de obrigar as empresas a medir a circunferência abdominal dos funcionários de 40 anos pode ser uma boa estratégia para conter a obesidade. Homens com medidas acima de 85 centÃmetros e mulheres com mais de 90 centÃmetros de cintura serão incluÃdos em um grupo de alto risco.
Revista GALILEU, julho 2008, nº 204.






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